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Acabou! Correios anunciam que e-Sedex será encerrado de vez

Não anda fácil a vida do consumidor que escolher fazer as suas compras através de lojas online no Brasil. Além de ter que lidar com as eventuais greves e aumento de preços no serviço postal, agora vai ser preciso recorrer a outras soluções para garantir que a sua encomenda chegue em casa. Isso porque, na última quarta-feira (14), às vésperas do feriado, os Correios decidiram encerrar oficialmente a modalidade e-Sedex em todo o país.

De acordo com um documento divulgado pelo site e-Commerce Brasil, o órgão enviou um comunicado a todas as suas agências para que o serviço fosse descontinuado a partir da próxima segunda-feira (19). Na prática, isso faz com que o serviço dedicado especificamente ao comércio eletrônico brasileiro não aceite nenhum envio desse tipo a partir da data marcada, finalizando também qualquer contrato desse tipo feito com lojas nacionais e fechando as portas para que esses acordos sejam renovados.

Isso não é exatamente uma surpresa para quem acompanha essa novela desde o início. Em novembro de 2016 os Correios já haviam anunciado que o e-Sedex seria finalizado, mas uma ação movida pela Associação Brasileira de Franquias Postais (Abrapost) acabou postergando esse término e obrigando judicialmente a ECT a continuar prestando esse serviço. Na época, os Correios alegavam que a extinção da modalidade era uma forma de conter a crise e reduzir custo internos de operação, visto que o e-Sedex trabalhava com logística de Sedex e preço de encomendas comuns – com maior prazo.

Claro que haverá um impacto nas operações do e-commerce brasileiro

Com a mudança em definitivo, é claro que haverá um impacto nas operações do e-commerce brasileiro como um todo, já que muitas das lojas virtuais tinham a modalidade como uma de suas principais e mais econômicas formas de envio de produtos. Enquanto muitas das grandes grifes do comércio eletrônico nacional já se preparavam para isso desde o ano passado e firmaram parcerias com transportadoras e outros serviços de entrega, o restante das marcas vai precisar optar rapidamente por Sedex ou PAC para pedidos a serem enviado a partir do próximo dia 19.

Seja como for, é certo que a medida vai ser sentida no seu bolso, já que o repasse desse tipo de mudança logística é quase sempre repassado para o consumidor final. Confira abaixo o texto enviado pelos Correios para que seus funcionários comuniquem a decisão aos clientes, leia neste link o comunicado completo do órgão às agências e não esqueça de deixar a sua opinião sobre o fim do e-Sedex na seção de comentários do TecMundo.

“Prezado cliente,

Em virtude da aprovação da nova Política Comercial pelo Conselho de Administração dos Correios, informamos que o serviço e-SEDEX será descontinuado a partir de 19/06/2017. Portanto, todas as postagens deverão ser realizadas nos códigos de SEDEX ou PAC ativos no contrato.

Acrescentamos que as pré-listas de postagem (PLP) e e-tickets (autorizações de postagem para logística reversa) geradas e não utilizadas até o dia 18/06/2017 terão os códigos de e-SEDEX substituídos pelo código SEDEX. Caso não seja do seu interesse a postagem com SEDEX, será necessário gerar nova PLP ou autorização de postagem com código de serviço PAC.

Para mais informações, entre em contato com seu representante comercial.”

Fontes: E-commerce Brasil, Mandaê,

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Câmara aprova Projeto de Lei de 2011 que obriga e-commerce a divulgar preços

Já faz quase seis anos que o Projeto de Lei 2096/2011, cujo texto obriga todas as lojas de e-commerce a divulgarem os preços dos produtos nos seus sites, foi apresentado no Plenário da Câmara dos Deputados. Desde o dia 23 de agosto de 2011, o PL se arrastava dentro das comissões parlamentares, tendo sido até arquivado.

No último dia 18 de abril, porém, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) confirmou parecer favorável ao projeto de autoria do deputado federal Luís Tibé (PT do B/MG) e aprovou a proposta.

De acordo com o texto, que agora segue diretamente ao Senado Federal sem necessidade de passar pelo Plenário da Câmara, todos os lojistas deverão “afixar” preços dos produtos no comércio eletrônico, “mediante divulgação ostensiva do preço à vista, junto à imagem do produto ou descrição do serviço, em caracteres facilmente legíveis com tamanho de fonte não inferior a 12.”

Segundo a justificativa apresentada por Tibé em 2011, a necessidade de regulamentar a publicidade de preços ocorre por conta do ágil crescimento do e-commerce e da rápida adoção das compras online no Brasil à época. “Não temos dúvida de que essa modalidade de comércio estará presente na vida de um número cada vez maior de consumidores brasileiros. (…) Portanto, torna-se obrigatório estabelecer regulação que se aplique especificamente a esse pujante setor da economia”, dizia o texto.

O projeto percorreu um longo caminho até ser aprovado em definitivo pela Casa. Dois meses depois, em outubro de 2011, o relator do projeto na Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), deputado federal Carlos Alberto (PMN/RJ), deu parecer favorável ao PL.

“Atualmente, vários sites eletrônicos (sic) vendem seus produtos ou serviços sem colocar os preços visíveis ou acessíveis aos cidadãos, criando assim uma  forma de constrangimento, uma vez que os consumidores, utilizando este modelo de aquisição de produtos ou serviços, são obrigados a entrar em contato com tais empresas e ficam à mercê dos operadores de negociação”, afirmou em seu voto.

A proposta ficou cinco meses parada até ser aprovada em 2012 pela CDC e, depois, pela CCJC, no mesmo ano. Dois anos e meio mais tarde, em janeiro de 2015, foi arquivada por conta do término da legislatura.

A volta

Demorou três meses até o Projeto de Lei ser desarquivado, após requerimento do autor, o deputado federal Luís Tibé. Em junho de 2016, o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deu o último aval para o texto que trata do e-commerce, baseando-se na justificativa original, datada de 2011.

“Entende-se que o projeto se harmoniza com os valores fundamentais contidos nas regras e nos princípios da Carta da República, vez que ele prestigia a proteção do consumidor, mais precisamente o seu direito à informação e à fácil visualização do preço dos produtos vendidos no comércio eletrônico”, concluiu Rocha.

Como nenhum parlamentar entrou com recurso contra o PL, ele não precisou passar pelo Plenário e foi aprovado pela própria CCJC. O texto vai agora vai para o Senado Federal.

 

Fonte: E-commerce Brasil: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/camara-pl-obriga-e-commerce-divulgar-precos/

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Pequenos e-commerces poderão construir sua Reputação Online com versão gratuita da ferramenta TrustedCompany

TrustedCompany, plataforma independente de avaliações, lança novo pacote grátis para a coleta, gestão e compartilhamento de avaliações. “Desenvolvemos o plano ‘Lite’ especialmente para ajudar as pequenas lojas virtuais a construirem sua reputação online e mostrar aos e-consumidores que são um e-commerce confiável.”, afirma Gabriel Alves, VP Latam da TrustedCompany.

O novo plano oferece aos e-commerces com até 100 pedidos por mês a possibilidade de coletar avaliações de clientes, de forma automática e com template de convite personalizado; fazer a gestão das avaliações via Ferramenta de Mediação e/ou Resposta Pública; e compartilhar a credibilidade com os Widgets de Avaliações da TrustedCompany.

Através da coleta de avaliações de clientes as empresas fazem uso do marketing boca a boca online”, comenta Gabriel. “Para as pequenas lojas virtuais esta recomendação é ainda mais valiosa, uma vez que ajuda a diferenciar seu atendimento e serviço dos seus concorrentes, pois não é a loja virtual que está dizendo que oferece um serviço confiável e transparente, e sim são os clientes falando e reforçando a credibilidade do negócio.”, complementa o executivo.

Outras funcionalidades disponíveis no plano ‘Lite’ são suporte via e-mail, notificações em tempo real, dados estatísticos. Mais informações sobre a nova versão e a página para cadastro já estão disponíveis no website da TrustedCompany: trustedcompany.com/br/register

 

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/pequenos-e-commerces-poderao-construir-sua-reputacao-online-com-versao-gratuita-da-ferramenta-trustedcompany/

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Santa Catarina regulamenta lei que obriga inserção de link do Procon em sites com atendimento online

Estabelecimentos que mantêm atendimento ao consumidor pela internet no território catarinense são, por lei, obrigados a inserir nos sites, em local de destaque e fácil visualização, o símbolo do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SC), com o link para a área de atendimento do órgão estadual. A determinação, prevista em lei estadual de 2016, foi regulamentada, nesta sexta-feira, 17, por meio de decreto editado pelo governador Raimundo Colombo.

A medida estabelece que em meios eletrônicos usados para oferta, conclusão de contrato de consumo e ofertas de compras coletivas, o ícone seja configurado no mesmo alinhamento e proporção gráfica utilizada na divulgação e venda de produtos. Além disso, prevê que seja posicionada, acima do símbolo do Procon-SC, a frase “Para reclamações, clique aqui”.

A fiscalização será exercida pelos órgãos estaduais e municipais de proteção e defesa do consumidor, que também deverão receber e processar denúncias e reclamações. Se a medida não for cumprida, os responsáveis legais estarão sujeitos às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O decreto 1.094/2017, que regulamenta a lei 16.876/2016, está disponível no Diário Oficial do Estado da sexta-feira, 17, e entra em vigor 60 dias após a publicação.

* Texto: Ana Luiza Fernandes/Ascom

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/santa-catarina-regulamenta-lei-que-obriga-insercao-de-link-do-procon-em-sites-com-atendimento-online/

Auditoria completa para sua loja virtual: conheça a proposta da Validcomm

Dificuldade para fechar uma compra, plataforma pouco intuitiva, limitações na forma de pagamento. Diversos problemas podem acontecer quando se trata de uma operação de e-commerce, especialmente quando o lojista ainda tem pouca experiência no meio online. Por isso, verificar os erros presentes e resolvê-los é crucial para que uma loja virtual inspire confiança e prospecte cada vez mais clientes.

Neste cenário, surge a Validcomm, uma empresa especializada em auditoria para o segmento de comércio eletrônico. A iniciativa tem como propósito analisar todos os processos envolvidos em uma operação de e-commerce, visando auxiliar o lojista a verificar quais quesitos devem ser corrigidos para que sua loja virtual funcione integralmente. São oferecidos 3 níveis de diagnóstico, possibilitando que tanto players experientes do varejo online quanto empreendedores iniciantes, tenham acesso ao serviço de certificação.

Esta solução oferece recursos como a Validação da Plataforma utilizada, verificando informações como performance, SEO, integrações, layout, entre outras. Também disponibiliza uma Validação de Segurança, analisando se as páginas de formulários e compras, possuem todos os certificados necessários. Além disso, a Validcomm examina se a loja virtual está de acordo com a legislação para o e-commerce.

Confira outras funcionalidades destacadas pela empresa:

  • Avaliação de compra: a Validcomm efetua uma compra e analisa desde o processo de pagamento até a qualidade de entrega no destinatário.
  • Teste de atendimento: a empresa realiza a auditoria do SAC da loja virtual, coletando dados como tempo de atendimento e nível de conhecimento do atendente.
  • Simulação de crises: buscando avaliar a gestão da loja virtual, são simuladas diversas crises, como fraudes, problemas de entrega e logística reversa.

Funcionamento da certificação Validcomm

Ao efetuar a compra no site da empresa, a solicitação é enviada para os analistas da empresa, que darão início à validação da loja online do cliente. Após a realização de todos os exames necessários, o lojista recebe um relatório sobre a análise, que indicará os erros e necessidades de mudança, juntamente de uma reunião ao vivo com o auditor via Hangout, que buscará explicar os detalhes dos dados coletados.

Dessa forma, textos jurídicos, notas técnicas e sugestões para melhoria serão listados no documento, possibilitando que o empreendedor e sua equipe façam as correções necessárias. Assim, o e-commerce passará por um novo processo de verificação. Caso todos os critérios importantes forem cumpridos, a Validcomm premia o cliente com a certificação de loja validada.

Informações adicionais podem ser acessadas em: http://validcomm.com.br/

Validação de loja virtual

Fonte: E-commerce News

https://ecommercenews.com.br/noticias/lancamentos/auditoria-completa-para-sua-loja-virtual-conheca-a-proposta-da-validcomm

Como um erro da Amazon pode destruir a internet

O fato de que a Amazon controla uma grande parte dos serviços de computação em nuvem ficou muito claro na tarde desta terça-feira (28), quando uma série de erros derrubou diversos sites. Incontáveis serviços hospedados pela Amazon Web Services (AWS) ficaram inacessíveis após uma falha no data center da Amazon, no estado da Virgínia. Usuários relataram lentidão em suas conexões, além de empresas como Imgur, JWPlayer, Slack e SocialFlow terem seus sistemas derrubados. Essa consolidação de poder é, talvez de maneira repentina, um problema muito grande.

Diferentemente de sua loja online, a Amazon Web Services funciona mais como um castelo de cartas do que como um serviço tradicional de varejo. Afinal de contas, em vez de vender livros e eletrônicos a preços razoáveis, a AWS atende clientes corporativos, oferecendo-lhes serviços de computação em nuvem. O Amazon Simple Storage Service (S#), produto que apresentou erros e derrubou uma porção significativa da rede na terça-feira, oferece armazenamento para aplicativos baseados na nuvem como o Slack e o Trello. A Amazon diz que seu serviço S3 é “projetado para entregar durabilidade de 99,999999999%” e “99,99% de disponibilidade de objetos ao longo de um determinado ano”. Mas quando um pedaço da infraestrutura falha, a AWS falha em grande escala.

Isso acontece porque a Amazon controla uma porção ridícula do mercado quando se trata de computação em nuvem e, especificamente, armazenamento em nuvem. Um estudo da Gartner de agosto de 2016 afirma que a AWS controla 31% do mercado de infraestrutura em nuvem global, e o negócio está crescendo. O mesmo estudo diz que a AWS foi responsável por 51% dos lucros da Amazon (outro estudo da mesma época coloca a fatia de mercado da Amazon em 45%). Microsoft, IBM e Google estão todos expandindo suas ofertas de serviços em nuvem também, mas a Amazon tem sido a líder no quesito desde 2006.

Então, por mais de uma década, a Amazon tem sido o rei da nuvem. Durante esse período, o modelo de negócio da empresa, que Jeff Bezos já comparou aos primeiros tempos da eletricidade, permitiu a startups crescerem e ainda poderem bancar o custo de hospedagem. Ingrid Burrington, da revista The Atlantic, explicou no ano passado:

Na prática, isso significou que o preço dos serviços esteve inteiramente contingente ao uso de fato, uma abordagem que permitiu a desenvolvedores rapidamente escalonar pequenas startups, tornando-as empresas enormes, pagando por um suporte de infraestrutura conforme necessário e subindo à medida em que as necessidades aumentavam. Graças à AWS, a sobrecarga inicial para começar um serviço como o Airbnb ou o Slack (ambos clientes AWS) é tão baixa que essas empresas podem se dar ao luxo de se expandir rapidamente.

Mas o que acontece quando um serviço cresce tanto que seus tentáculos tocam toda a indústria? Suas falhas se amplificam a um grau destrutivo. No caso da AWS, aquele 0,01% de tempo em que seus dados não estão disponíveis significa que um terço da internet para de funcionar bem. A Amazon não revela o número de clientes de computação em nuvem que tem ou a porcentagem exata de tráfego online que é afetada quando um erro acontece. Mas a pane de terça-feira mostrou que poderia fazer redes inteiras de sites pararem de funcionar (o grupo Gizmodo Media é um cliente AWS, então eu posso confirmar que foi um dia complicado).

Enquanto isso, o fato de que muitos dos servidores AWS da Amazon estejam localizado no norte da Virgínia, onde um número enorme de tubos se juntam para formar um dos gargalos mais congestionados de tráfego online no mundo, certamente não ajuda. A Amazon diz que essa região, conhecida como US-EAST-1, foi a fonte da pane de terça-feira.

Portanto, enquanto a série paralisante de erros desta semana deu aos engenheiros da Amazon uma dor de cabeça terrível, competidores de computação em nuvem como Microsoft, IBM e Google devem estar vibrando. Como mencionado anteriormente, eles estão todos ganhando pedaços da fatia absurda de mercado da Amazon, e agora seus representantes de venda terão um incidente para mostrar que a AWS não é 100% resistente. O fato de que mais competição deve melhorar os serviços e diminuir os preços para todo o mundo é inegavelmente uma boa coisa também.

A Amazon ainda não explicou exatamente o que aconteceu na terça-feira. Em resposta a um pedido de comentário do Gizmodo, a empresa disse:

Seguimos tendo altas taxas de erros com o S3 na US-EAST-1, o que está impactando vários serviços AWS. Estamos trabalhando duro para reparar o S3, acreditamos entender a causa principal e estamos trabalhando para implementar o que acreditamos que irá remediar o problema.

Essa é basicamente uma versão diferente do aviso de erro publicado no site da AWS. Atualizaremos este post conforme descobrimos mais informações. Por enquanto, boa sorte na internet, está uma bagunça aí fora.

Fonte:

Adam Clark Estes

Gizmodo / http://gizmodo.uol.com.br/amazon-web-services-pane/

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Validações

Selo de Validação (Compliance e Funcionamento)

Neste ano foi criado um novo tipo de selo para startups, o Selo de Validação, um selo de garantia de que 70% ou mais do e-commerce está funcionando perfeitamente e que atesta que a loja está em compliance com a legislação. A startup chama-se ValidComm (www.validcomm.com.br) e verifica a partir de ferramentas e de consultores de e-commerce independentes se mais de 100 itens da plataforma e conteúdo estão funcionando.

A startup surgiu para solucionar um problema comum nos e-commerces, os bugs em carrinhos de compra, em páginas de acesso, em links e ainda a falta de cumprimento das regras legais no e-commerce. O proprietário de e-commerce precisa lembrar que a loja virtual tem que funcionar em diferentes tipos de celular e tablets e computadores de marcas variadas.

Além disso, o Selo ainda valida outra área importante do e-commerce, se a loja está em compliance com a Lei do E-commerce (Decreto Federal 7.962/13 ) e  se está cumprindo as regras determinadas pela legislação vigente.